UM PASSEIO PELA HISTÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS

Galbraith, um economista nascido no Canadá e muito respeitado em sua área, afirmava que na sociedade em que vivemos conhecimento é sinônimo de poder. Eu acredito que ele estava certíssimo, mas vou mais além ao afirmar que o nosso poder é ainda maior quando conhecemos melhor nossos direitos e garantias.

Conhecer, portanto, os direitos que a Constituição Federal e as leis asseguram aos cidadãos em matéria de Direitos Humanos é um assunto de extrema relevância e espero, com sinceridade, que esta afirmação não pareça arrogante, ou excessivamente presunçosa aos amigos que não atuam com o Direito, mas gostemos disto ou não, temos de admitir, juntos, que as regras de Direito têm uma presença muito marcante em nossa vida social, afinal, o homem não consegue sobreviver em um grupo caso seus componentes não se submetam ao Direito.

No texto que segue tratarei com você do Estado e das principais passagens da história da humanidade que têm importância para o estudo e a compreensão dos Direitos Humanos, e, como consequência, para nos situarmos neste mundo tão caótico e repleto de incertezas com que nos deparamos hoje.

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Ex-alunas do Colégio Borba Gato Obtém na Justiça Direito de Continuar os Estudos

A formação acadêmica tem sido um sonho cada vez mais realizado pelos brasileiros que almejam obter através dos estudos melhores colocações no mercado de trabalho, e como isso melhores salários e uma vida com mais conforto e realizações.

Muitos destes brasileiros, em virtude da difícil situação econômica da família na infância e na juventude acabam por cursar o primeiro e segundo grau quando já na idade adulta, através de inúmeros cursos supletivos, para então ingressarem nas universidades e obterem a formação acadêmica almejada.

Esta é a realidade de centenas de alunos do Colégio Borba Gato, que para alcançar o sonho da formação universitária, acabaram por optar por cursar o primeiro e segundo grau em um supletivo que até então gozava de credibilidade e reconhecimento neste mercado.

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Condenações dos Convênios Médicos na cobertura de exames e internações

Muito se tem falado na situação da saúde no Brasil.

Se de um lado temos o serviço público de saúde, com hospitais, postos de saúde e unidades de atendimento lotados, e longa espera para a realização de exames e cirurgias (longa, pode significar meses e anos), do outro lado temos milhões de cidadãos que se vêm desamparados pelo sistema optando por aderir aos planos de saúde particulares, na esperança de serem dignamente atendidos e amparados quando houver problemas de saúde.

Entretanto, a realidade tem mostrado que nem sempre o cidadão que opta pelo plano de saúde particular terá suprida todas as suas necessidades de atendimento médico e hospitalar.

Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) hoje já são mais de 49 milhões de brasileiros que possuem plano de saúde.

As operadoras dos planos de saúde argumentam que em razão do crescimento da população idosa e das novas tecnologias, os custos com a manutenção dos planos aumentaram e que em razão disto nem sempre a demanda dos consumidores é suprida a contento.

No último mês de agosto, tivemos mais uma decisão favorável a uma cliente que teve negado por seu plano de saúde o tratamento médico indicado pelo seu oftalmologista para evitar que a cliente perdesse a visão.

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DIREITOS HUMANOS NO CENÁRIO INTERNACIONAL

Introdução:

Por que ler sobre este assunto?

Para fazer parte da lista das pessoas que fazem a diferença neste nosso vasto mundo é imprescindível ter uma visão ampla sobre o mundo. Isto significa, portanto, que você não pode limitar seus conhecimentos à sua específica área de atuação, ou contentar-se em examinar as melhores práticas para “transmitir” seus conhecimentos às pessoas que fazem, ou farão, parte de seu círculo de influência (até porque, afirmar que alguém transmite conhecimento à outra pessoa é uma afirmação bastante polêmica atualmente) é insuficiente.

Em uma sociedade como a nossa, caracterizada pela imensa globalização, intensificação das relações entre pessoas, países e nações é extremamente relevante tomar contato com os mecanismos de proteção internacional aos direitos humanos, afinal, cuidar da vida profissional e pessoal em harmonia, com  os direitos humanos, quer no âmbito internacional, quer na perspectiva nacional, é uma tarefa de todos, e especialmente daqueles que exercem, ou pretendem exercer no futuro, algum papel de liderança.

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