Empresa DE ELEVADORES E CONDOMÍNIO são condenados a pagar indenização por ACIDENTE à vitimas de acidente OCORRIDO em Edifício na av. Paulista.

Elevador indenizaçãoO acidente ocorreu no ano de 2002, com um dos elevadores instalados no Condomínio Avenida Paulista, localizado na Av. Paulista, em São Paulo. Conforme constou do boletim de ocorrência e nos depoimentos prestados pelas vítimas ao delegado do 78ª Distrito Policial de São Paulo, na data onze pessoas adentraram o elevador que, após fechar as portas, ficou parado no décimo terceiro andar por aproximados dez minutos para, após, descer mais um andar, e repentinamente, alcançar alta velocidade, somente parando no fosso do edifício, um metro abaixo do segundo subsolo.

Em virtude da velocidade da queda, o elevador bateu violentamente no solo. O impacto do elevador foi tão grande que o zelador do prédio, que estava no décimo nono andar do edifício, afirmou ao delegado ter ouvido um barulho ensurdecedor quando se deu a queda. Em virtude das dimensões do acidente, policiais militares, bombeiros e grupos de resgate foram acionados e prestaram socorro às vítimas conduzindo-as aos hospitais da região. Pela gravidade do acidente, além da experiência apavorante, vários usuários do elevador sofreram graves lesões físicas: o analista de sistemas ÁLVARO ANTÔNIO DE AZEVEDO teve ESMAGADA A DÉCIMA SEGUNDA VÉRTEBRA TORÁXICA, o advogado ISMAEL VIEIRA DE CRISTO teve sua perna direita engessada durante aproximadamente dez dias, obrigando-o a fazer repouso absoluto e os médicos do Professor e também advogado, JOÃO IBAIXE JÚNIOR constataram que acidente lhe causara um hematoma no lado esquerdo de sua cabeça, que até a presente data tem sido objeto de tratamentos médicos.

O escritório Cristo Constantino & Advogados Associados ingressou com ações em favor de oito das vítimas e já obteve decisões favoráveis à maioria dos usuários do elevador defeituoso: A título de exemplo, a administradora de empresas  A.M.N.D. obteve êxito em todas as instâncias e já recebeu aproximadamente cem salários mínimos pelos danos morais sofridos em razão do acidente.

Em regra, a decisões que condenaram empresa de elevadores e o condomínio têm se baseado na conclusão de que se tratou de acidente impressionante, vertiginoso e que qualquer pessoa sofre traumas com este tipo de evento, passíveis de indenizações por danos morais e materiais.

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